quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Tecnologia + Aluno + Professor + Escola = FUTURO




O uso da tecnologia como facilitadora da aprendizagem do aluno na Escola

 








O trabalho consiste na inserção de ferramentas tecnológicas para facilitar e diminuir às dificuldades de aprendizagem da criança na escola. Elas auxiliarão os professores ajudando na educação escolar dos alunos na sala de aula facilitando a vida  complicada dos inseridos de forma consciente e fazendo com que sintam menos dificuldade em adquirir conhecimento.
  










 
As novas tecnologias ajudarão de forma efetiva o aluno, quando estes estiverem na escola e nesse momento eles se sentirão estimulados a buscar e socializar com esses recursos de forma a melhorar seu desempenho escolar. Essas ferramentas tecnológicas além de facilitar o acesso aos novos conhecimentos servem também de base para novas adaptações aos sistemas variados de transmissão de conhecimento de maneira a melhorar, transferir e transformar os fatores complicados em algo mais acessível e sedimentado, transformando a teoria em prática.


  












O uso do computador da internet e similares, tem mudado a vida de muitas pessoas por ser uma ferramenta agregada à vida cotidiana das pessoas. 
 
   

  








Muitas das decisões do indivíduo ficam a mercê desses utilitários que se não existissem em suas vidas tornariam um caos e tudo seria impossibilitado pela falta desses equipamentos.














  
A adaptação e absorção de novas tecnologias além de facilitar a aquisição de conhecimento cria certa criatividade, juízo de valor, aumento da auto estima dos usuários, além de permitir que adquiram novos valores e modifiquem o comportamento transformando as tarefas árduas, negativas e difíceis em algo dinâmico, positivo e fácil.














 
A função da escola não é somente transmitir o conhecimento em si, mas trazer a problematização, discussão em grupo, sobre o ritmo desse processo, a utilização dos recursos e os resultados a serem alcançados e principalmente fazer surgir nos alunos uma atitude reflexiva e crítica: assim ensinar é uma questão de trazer a realidade racional e crítica para a sala de aula.




  











A produção do conhecimento atua na procura por novas formas de atingir o saber científico, principalmente quando se trata das questões cognitivas, habilidades e competências comunicativas da flexibilização do raciocínio técnico dos discentes, e para desenvolver competências na área do conhecimento, o professor ou mediador tem que usar da interdisciplinaridade em conjunto para que flua de forma benéfica na transmissão do saber dos alunos e que não seja de forma desfragmentada e descontextualizada.


 
 








  

O avanço tecnológico surgiu com a chegada do computador aliado a internet. E a educação pegou carona no mundo digital usando a tecnologia ao seu favor, aperfeiçoando e aplicando os recursos e ferramentas na melhoria de sua qualidade, servindo-se dessa estrutura para facilitar o estudo e aprofundamento das pesquisas de forma a criar conhecimento.










 

A rapidez e aceleração de informações da internet proporcionam prazer, e motiva o aluno a buscar nela uma maneira de absorver o conhecimento. Estudar hoje, sem os recursos tecnológicos, dificulta o estudo pela própria dinâmica das informações, mas utilizando outros recursos comuns e a tecnologia o estudo fica mais acessível.






  


 




O uso das ferramentas tecnológicas sedimenta o estudo que fica armazenado e se torna consistente e durável, e serve para transformar, a informação em conhecimento útil à sociedade. Manter-se se informado sobre os fatos e acontecimentos do mundo social é uma questão da sobrevivência, pois aprender sempre é algo inevitável para conseguir se
um bom emprego e sucesso profissional. 















O trabalho consiste em apresentar a utilização das novas tecnologias e suas ferramentas como uma das alternativas para diminuir as dificuldades de aprendizado do aluno. Procurou-se analisar a influência das TIC’S (tecnologia de comunicação e informação) e sua aplicação nos diversos setores de forma a beneficiar a população e como o seu uso construiu uma identidade estruturando um ser novo, adaptado as ferramentas e recursos tecnológicos, ampliando seus conhecimentos interagindo com o mundo virtual, diminuindo as distâncias e reduzindo as fronteiras















O uso do computador no cotidiano dos alunos é um meio de absorver e extrair a informação ali contida, dessa forma o estudo toma corpo e torna-se consistente e aproveitável.



  









Antes da utilização da tecnologia nas salas de aula e mais precisamente do uso do computador, as aulas expositivas e tradicionais se limitavam ao quadro e o giz. O uso de revistas eletrônicas, quadro digital, a internet, os e-books, dvdteca, mídias digitais, bibliotecas virtuais, dentre outros são meios, que são postos a disposição dos alunos são recursos fundamentais que facilitam a vida acadêmica, na medida em que os alunos passam a utilizar esses recursos suas mentes se abrem para a absorção dos novos conceitos, agora em amplitude maior do que a comunidade em que vive.


 









Confira exemplos desenvolvidos pela criatividade e aprendizado junto à tecnologia:
































 

  


 










 

 

 

 









 

 

 

 

   

 

 

  Leia mais sobre:

Tecnologia na educação dentro do Brasil e no Mundo

 

 

 

 

Tecnologia na Educação 

Os alunos que ensinam os professores no CIEP Adão Pereira Nunes, no Rio de Janeiro

http://revistaescola.abril.com.br/formacao/video-tecnologia-educacao-conheca-alunos-monitores-ciep-adao-pereira-nunes-rio-janeiro-694597.shtml

  


Tecnologia   +  Educação

Como a tecnologia está presente na sua sala de aula?

 http://revistaescola.abril.com.br/tecnologia/

 

 

 

A tecnologia deve estar presente mas com discrição

Em vez de ser a grande atração, as ferramentas tecnológicas vão facilitar o contato social

http://gestaoescolar.abril.com.br/espaco/tecnologia-deve-estar-presente-discricao-762909.shtml

 

 

 

Nova universidade nos EUA inaugura biblioteca sem livros em papel

Universidade Politécnica da Flórida teve sua primeira aula nesta segunda. A nova biblioteca tem 135 mil livros, todos em formato digital.

 http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/08/nova-universidade-nos-eua-inaugura-biblioteca-sem-livros-em-papel.html

 

 

 

Primeira biblioteca do mundo toda digital é aberta nos EUA

Os moradores da cidade de San Antônio, no estado norte-americano do Texas, são os primeiros no mundo a ter acesso a uma biblioteca pública 100% digital. Trata-se da Bexar BiblioTech, aberta ao público recentemente, no outono americano.

http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/01/primeira-biblioteca-do-mundo-toda-digital-e-aberta-nos-eua.html

 

 

Foi aberta nos Estados Unidos a primeira biblioteca pública que não tem livros físicos  http://gizmodo.uol.com.br/biblioteca-sem-livros-eua/ 

 

 

 

 

 

 










   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 








Quem foi o homem e a empresa que transformou o computador uma ferramenta de fácil acesso as pessoas ?















































 
 




































 

   
     

Fonte:

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Fonte: 

http://revistaescola.abril.com.br/formacao/video-tecnologia-educacao-conheca-alunos-monitores-ciep-adao-pereira-nunes-rio-janeiro-694597.shtml

 

Fonte:  

http://revistaescola.abril.com.br/tecnologia/

 

Fonte: 

http://gestaoescolar.abril.com.br/espaco/tecnologia-deve-estar-presente-discricao-762909.shtml

 

Fonte: 

http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/08/nova-universidade-nos-eua-inaugura-biblioteca-sem-livros-em-papel.html

Fonte: 

http://gizmodo.uol.com.br/biblioteca-sem-livros-eua/


Fonte: 

http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/01/primeira-biblioteca-do-mundo-toda-digital-e-aberta-nos-eua.html


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

O Pálido Ponto Azul - Carl Sagan


 

 

O Pálido Ponto Azul

 (Carl Sagan) 

 

 

 

 





Nós Estamos Aqui: O Pálido Ponto Azul
-Carl Sagan
 

A espaçonave estava bem longe de casa. Eu pensei que seria uma boa idéia, logo depois de Saturno, fazer ela dar uma ultima olhada em direção de casa.

De saturno, a Terra apareceria muito pequena para a Voyager apanhar qualquer detalhe, nosso planeta seria apenas um ponto de luz, um "pixel" solitário, dificilmente distinguível de muitos outros pontos de luz que a Voyager avistaria: Planetas vizinhos, sóis distantes. Mas justamente por causa dessa imprecisão de nosso mundo assim revelado valeria a pena ter tal fotografia.

Já havia sido bem entendido por cientistas e filósofos da antiguidade clássica, que a Terra era um mero ponto de luz em um vasto cosmos circundante, mas ninguém jamais a tinha visto assim. Aqui estava nossa primeira chance, e talvez a nossa última nas próximas décadas.

Então, aqui está - um mosaico quadriculado estendido em cima dos planetas, e um fundo pontilhado de estrelas distantes. Por causa do reflexo da luz do sol na espaçonave, a Terra parece estar apoiada em um raio de sol. Como se houvesse alguma importância especial para esse pequeno mundo, mas é apenas um acidente de geometria e ótica. Não há nenhum sinal de humanos nessa foto. Nem nossas modificações da superfície da Terra, nem nossas maquinas, nem nós mesmos. Desse ponto de vista, nossa obsessão com nacionalismo não aparece em evidencia. Nós somos muito pequenos. Na escala dos mundos, humanos são irrelevantes, uma fina película de vida num obscuro e solitário torrão de rocha e metal.

Considere novamente esse ponto. É aqui. É nosso lar. Somos nós. Nele, todos que você ama, todos que você conhece, todos de quem você já ouviu falar, todo ser humano que já existiu, viveram suas vidas. A totalidade de nossas alegrias e sofrimentos, milhares de religiões, ideologias e doutrinas econômicas, cada caçador e saqueador, cada herói e covarde, cada criador e destruidor da civilização, cada rei e plebeu, cada casal apaixonado, cada mãe e pai, cada crianças esperançosas, inventores e exploradores, cada educador, cada político corrupto, cada "superstar", cada "lidere supremo", cada santo e pecador na história da nossa espécie viveu ali, em um grão de poeira suspenso em um raio de sol.

A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pense nas infindáveis crueldades infringidas pelos habitantes de um canto desse pixel, nos quase imperceptíveis habitantes de um outro canto, o quão frequentemente seus mal-entendidos, o quanto sua ânsia por se matarem, e o quão fervorosamente eles se odeiam. Pense nos rios de sangue derramados por todos aqueles generais e imperadores, para que, em sua gloria e triunfo, eles pudessem se tornar os mestres momentâneos de uma fração de um ponto. Nossas atitudes, nossa imaginaria auto-importancia, a ilusão de que temos uma posição privilegiada no Universo, é desafiada por esse pálido ponto de luz.

Nosso planeta é um espécime solitário na grande e envolvente escuridão cósmica. Na nossa obscuridade, em toda essa vastidão, não ha nenhum indicio que ajuda possa vir de outro lugar para nos salvar de nos mesmos. A Terra é o único mundo conhecido até agora que sustenta vida. Não ha lugar nenhum, pelo menos no futuro próximo, no qual nossa espécie possa migrar. Visitar, talvez, se estabelecer, ainda não. Goste ou não, por enquanto, a terra é onde estamos estabelecidos.

Foi dito que a astronomia é uma experiência que traz humildade e constrói o caráter. Talvez, não haja melhor demonstração das tolices e vaidades humanas que essa imagem distante do nosso pequeno mundo. Ela enfatiza nossa responsabilidade de tratarmos melhor uns aos outros, e de preservar e estimar o único lar que nós conhecemos... o pálido ponto azul.











(Texto Original em Inglês)

We Are Here: The Pale Blue Dot

The spacecraft was a long way from home. I thought it would be a good idea, just after Saturn, to have them take one last glance homeward. 

From Saturn, the Earth would appear too small for Voyager to make out any detail. Our planet would be just a point of light, a lonely pixel hardly distinguishable from the other points of light Voyager would see: nearby planets, far off suns. But precisely because of the obscurity of our world thus revealed, such a picture might be worth having.

It had been well understood by the scientists and philosophers of classical antiquity that the Earth was a mere point in a vast, encompassing cosmos -- but no one had ever seen it as such. Here was our first chance, and perhaps also our last.

So, here they are: a mosaic of squares laid down on top of the planets in a background smattering of more distant stars. Because of the reflection of sunlight off the spacecraft, the Earth seems to be sitting in a beam of light, as if there were some special significance to this small world; but it's just an accident of geometry and optics. There is no sign of humans in this picture: not our reworking of the Earth's surface; not our machines; not ourselves. From this vantage point, our obsession with nationalism is nowhere in evidence. We are too small. On the scale of worlds, humans are inconsequential: a thin film of life on an obscure and solitary lump of rock and metal.

Consider again that dot. That's here. That's home. That's us. On it, everyone you love, everyone you know, everyone you've ever heard of, every human being who ever was lived out their lives. The aggregate of all our joys and sufferings; thousands of confident religions, ideologies and economic doctrines; every hunter and forager; every hero and coward; every creator and destroyer of civilizations; every king and peasant, every young couple in love; every mother and father; every hopeful child; every inventor and explorer; every teacher of morals; every corrupt politician; every supreme leader; every superstar; every saint and sinner in the history of our species, lived there -- on a mote of dust suspended in a sunbeam.

The Earth is a very small stage in a vast cosmic arena. Think of the endless cruelties visited by the inhabitants of one corner of this pixel on the scarcely distinguishable inhabitants of some other corner. How frequent their misunderstandings; how eager they are to kill one another; how fervent their hatreds. Think of the rivers of blood spilled by all those generals and emperors so that in glory and triumph they could become the momentary masters of a fraction of a dot. Our posturings, our imagined self-importance, the delusion that we have some privileged position in the universe, are challenged by this point of pale light.

Our planet is a lonely speck in the great enveloping cosmic dark. In our obscurity -- in all this vastness -- there is no hint that help will come from elsewhere to save us from ourselves. Like it or not, for the moment, the Earth is where we make our stand.

It has been said that astronomy is a humbling and character-building experience. There is perhaps no better demonstration of the folly of human conceits than this distant image of our tiny world. It underscores our responsibility to deal more kindly with one another, and to preserve and cherish the only home we've ever known: the pale blue dot.









 ( Carl Sagan )















terça-feira, 14 de outubro de 2014

O Depoimento da Natureza para o Homem



O Depoimento da Natureza para o Homem










Se a Natureza pudesse falar o que ela sente em relação ao Homem, o que ela diria?
















 MÃE NATUREZA
( JULIA ROBERTS )



 Alguns me chamam de Natureza. Outros me chamam de Mãe Natureza. Eu estou aqui há 4,5 bilhões de anos – 22,5 mil vezes mais tempo que vocês. Eu não preciso de pessoas, na verdade. Mas as pessoas precisam de mim. Sim, o seu futuro depende de mim. Quando eu floresço, vocês florescem. Quando eu vacilo, vocês vacilam – ou pior. Mas eu estou aqui há eras. Eu alimentei espécies maiores que vocês. Eu matei a fome de espécies maiores que vocês. Meus oceanos, meu solo, meus ribeiros, minhas florestas – todos eles podem levar vocês ou abandonar vocês. Como escolhem viver cada dia e se vocês me levam em consideração ou não, não me importa, na verdade. Suas ações determinarão o seu futuro. Não o meu.









OCEANO
( HARRISON FORD )




Eu sou o Oceano. Eu sou água. Eu sou a maior parte deste planeta. Eu dei forma a ele. Cada córrego, cada nuvem e cada gota de chuva. Tudo volta para mim. De uma forma ou de outra, todas as coisas vivas aqui precisam de mim. Eu sou a fonte. Eu sou de onde eles rastejam para fora. Humanos não são diferentes. Eu não devo nada a eles. Eu dou, eles pegam. Mas eu sempre posso pegar de volta. É assim que sempre foi. Não é o planeta deles, de qualquer forma. Nunca foi, nunca será. Mas humanos pegam mais do que a sua parte. Eles me envenenam e, depois, esperam que eu os alimente. Mas as coisas não funcionam desse jeito. Se os humanos querem existir na natureza comigo, e de mim, sugiro que prestem atenção – só vou dizer isso uma vez: se a natureza não for mantida saudável, humanos não sobreviverão. Simples assim. E eu não me importo se for com ou sem humanos. Eu sou o Oceano. Já cobri a Terra uma vez, e sempre posso cobrir novamente. É só o que tenho a dizer.










FLORESTA TROPICAL
 ( KEVIN SPACEY )





Eu sou a Floresta Tropical. Eu os vejo crescendo aqui. Eles vão embora, mas sempre voltam. Sim, eles sempre voltam – para minhas árvores, sua madeira, seus remédios, pela minha beleza, seu refúgio. Eu sempre estive por perto para eles. E eu fui mais que generosa. Algumas vezes, dei tudo para eles. Agora, desapareceram para sempre. Mas humanos são tão espertos, tão espertos, com grandes cérebros e polegares opositores. Eles sabem como fazer coisas, coisas maravilhosas. Mas por que eles ainda precisariam de uma velha floresta como eu? Selvas, árvores… Bem, eles respiram ar. E eu faço ar. Eles pensaram nisso? Humanos… Tão espertos. Eles vão perceber. Humanos… Fazendo ar! Vai ser divertido de assistir.








SOLO 
 ( EDWARD NORTON )






Eu sou o Solo. Estou nas colinas, nos vales, nas fazendas, nas hortas. Sem mim, humanos não poderiam existir. Mas vocês me tratam como sujeira. Vocês percebem que eu sou apenas uma fina pele do planeta? E que, de fato, eu estou vivo, cheio de organismos que fazem sua comida crescer? Mas eu estou quebrado, com dor, esgotado, doente. Por causa de vocês. Vocês me secaram para a metade do que eu costumava ser há apenas 100 anos atrás. Vocês estão prestando atenção? Eu estou virando poeira. Então, talvez vocês pudessem me tratar com um pouco mais de respeito. Acredito que vocês ainda querem comer, certo?






 


ÁGUA
( PENÉLOPE CRUZ )

  



Eu sou a Água. Para humanos, eu simplesmente estou ali. Eu sou algo que eles tomam por certo. Mas exite apenas um tanto de mim, e mais e mais deles a cada dia. Eu começo como chuva nas montanhas, flutuo para rios e córregos e deságuo no oceano. Então, o ciclo se reinicia. E vai levar 10 mil anos para eu voltar ao estado em que estou agora. Mas, para humanos, eu sou apenas água, logo ali. Onde humanos me encontrarão quando existirem bilhões a mais deles no planeta? Onde eles se encontrarão? Será que travarão guerras por mim, como fazem com todo o resto? É sempre uma opção. Mas não é a única. 










FLORESTA DE SEQUOIAS
( ROBERT REDFORD, COM LENA REDFORD
)




LENA: Como você é tão inteligente?!
ROBERT: Filha, eu estou por aqui há muito tempo. Na verdade, nossa espécie existe há mais tempo do que quase qualquer outra. Eu já vi quase tudo.
LENA: Sério? Como o quê?
ROBERT: Bom, já vi o tempo. Todos os tipos de tempo.
LENA: E muito bichos?
ROBERT: Sim, muitos bichos. Antes, eram só insetos e aranhas, depois, alguns camundongos e ratos, e alguns coelhos e ursos. Então, de repente, haviam humanos. E virou um inferno.
LENA: Por quê? O que os humanos fizeram?
ROBERT: Bom, eles transformaram lobos em cães, rios em lagos e nós em madeira. Começaram a usar o planeta como se ele existisse só para eles. Agiram como se houvesse um mundo extra em volta.
LENA: Por que eles fizeram isso? Por que eles não entendem?
ROBERT: Não sei. Se eles não entenderem que fazem parte da natureza, em vez de só usarem a natureza, eles provavelmente não estarão por aqui para ver você crescer.







NATURE DOESN'T NEED PEOPLE.
PEOPLE NEED NATURE.

 A Natureza não precisa de pessoas.
As Pessoas precisam da Natureza.